Bem-vindos!!!!

Este blog foi criado para professores de 4º e 5º ano que encontram dificuldades para achar atividades. Algumas são criadas por mim e outras selecionadas dos grupos que participo. Se alguma atividade é de sua autoria me escreva para que dê os devidos créditos. Revise o conteúdo antes de utilizar.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Produção de Texto

Oficina de Escrita e de Leitura
Construir novos episódios a partir do modelo fornecido por um conto

OS DOIS MENTIROSOS

            Era uma vez dois irmãos que viviam muito pobres e sem meios de ganharem dinheiro até que o mais velho disse para o outro: “Ó irmão, lembrei-me de uma coisa. Vamos por esse mundo de Cristo pregar mentiras por dinheiro – um de nós irá adiante, e depois irá o outro confirmar o que o outro disse”.
Combinaram as mentiras que haviam de dizer e partiram para a mesma terra, indo sempre um adiante. Chegado o primeiro a uma certa terra, começou a botar fama que trazia uma grande novidade, mas que só a daria por dinheiro; juntou-se logo muito povo, para saber a novidade e o homem então disse: “Em tal terra acaba agora de nascer um menino com sete braços”. Então o povinho admirado pagou a novidade ao homem e ele foi seguindo o seu caminho. Alguns mais incrédulos dispunham-se a partir para a tal terra para saber a certeza da novidade, quando lá apareceu o outro irmão e começou a dizer que vinha de lá; então todos lhe perguntaram se ele tinha visto o menino com sete braços. Ele respondeu: “Eu não vi o menino com sete braços, mas vi uma camisa a enxugar que tinha sete mangas”. “Então é verdade o que nos disseram e deram muito dinheiro ao homem.
Entretanto já o outro irmão espalhava noutra terra que tinha visto um moinho em cima de um pinheiro e recebia muito dinheiro em paga da novidade. Depois de ter partido para outra terra, chegou ali o irmão e perguntaram-lhe: “Olhe lá: diz que em tal terra está um moinho sobre um pinheiro?” “Olhem, respondeu o rapaz, o que eu lhes sei dizer é que vi um macho carregado de sacos de farinha subindo por um pinheiro acima”. “Ai! Então é verdade o que nos disseram”, exclamou a pobre gente. Depois deram muito dinheiro aos homens e eles lá foram para outras terras enganar o povo.
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Produção Textual – Completar texto

      Um texto narrativo está estruturado em três partes: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.
No texto que se segue, falta a conclusão. Você irá, primeiro, delimitar as duas partes que tem e depois, completá-lo, seguindo a tua imaginação.


            Uma coruja encontrou uma águia e disse-lhe:
            - Ó águia, se vires uns passarinhos muito lindos, num ninho, com uns biquinhos muito bem feitos, olha lá não os comas que são os meus filhos.
            A águia prometeu que não os comia. Foi voando e encontrou, numa árvore, um ninho de coruja e comeu as corujinhas. Quando a coruja chegou e viu que lhe tinham comido os filhos, foi ter com a águia, muito aflita:
            - Ó águia, tu foste-me falsa, porque prometeste que não comias os meus filhinhos, e mataste-mos todos.
            Respondeu a águia:
            - Eu encontrei umas corujas pequenas, num ninho, sem bico e com os olhos tapados, todas depenadas, e comi-as; como tu me disseste que os teus filhos eram muito lindos e tinham os biquinhos bem feitos, entendi que não eram esses…
     

Produção Textual – Completar textos

Um texto narrativo está estruturado em três partes: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.
No texto que se segue, falta a conclusão. Você vai, primeiro, delimitar as duas partes que tem e depois, completá-lo, seguindo a tua imaginação.
     
De terras longínquas, regressara à sua terra um emigrante, que trouxera por única fortuna um papagaio a que muito se afeiçoara.
Pacientemente conseguiu que o papagaio dissesse uma única frase: «Não há dúvida!». Apesar da escassez da conversa o homem vivia contente com a companhia do papagaio.
Os tempos, no entanto, iam difíceis e o pobre homem viu-se obrigado a vender o seu companheiro. Deslocou-se a uma feira próxima, e começou a anunciar o papagaio como «a ave mais inteligente que conheço e que dá sempre a sua opinião acertada, a qualquer pergunta que lhe façam.»
Aproximou-se um camponês que tinha tanto de estúpido como de rico. Querendo comprovar o pregão, perguntou dirigindo-se ao papagaio:
- Ó louro, tu vales mesmo o dinheiro que o teu dono pede?
- Não há dúvida! – respondeu prontamente o papagaio.
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Um texto narrativo está estruturado em três partes: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.
Neste texto falta a introdução. Vamos fazer?


            Um dia, um vizinho espreitou-o, viu onde é que ele guardava o dinheiro, foi lá e roubou tudo. Quando o cego deu pela falta, começou a imaginar quem poderia ter sido e concluiu que era, por força, o vizinho. Resolveu então servir-se de um estratagema para recuperar o seu dinheiro.
            Foi ter com o vizinho e disse-lhe que se sentia doente e que tinha decidido deixar-lhe tudo, uma vez que não tinha família; explicou-lhe então onde era o seu esconderijo, acrescentando que tinha ainda de lá voltar para lá pôr mais umas economias.
            O vizinho ouviu tudo, agradeceu-lhe muito a ideia e naquela noite, tratou logo de ir enterrar o dinheiro que roubara ao cego, para este não desconfiar de nada…
            Quando bem entendeu, o cego voltou ao sítio encontrou o seu tesouro e levou-o para casa onde o escondeu bem, não sem antes fazer uma grande algazarra, gritando:
            - Roubaram-me tudo, vizinho! Roubaram-me tudo!
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Um texto narrativo está estruturado em três partes: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.
Neste texto falta a introdução. Vamos fazer?.

            A mãe a avó insistiam para que ela recitasse aquela poesia que lhe tinham ensinado.
            Ela dizia que não e foi ficando vermelha. As outras pessoas pediam:
            - Teresinha, vá lá…
            - Já não sabe, pronto…
            - Não é capaz…
            Em Teresa nasciam raivas. Seria possível que aumentassem ainda. Agora batia o pé dando gritos: NÃO, NÃO  e NÃO! A mãe, sentada no sofá de flores, abriu os olhos, em pânico, e gritou: «Teresa!»
            Teresa recusava e recusou.
            Foi então levada da sala com violência, atirava-se para o chão e esperneava, gritava até sufocar.
            - Vais para o quarto escuro – dizia a mãe – vais para o quarto escuro!
            Fecharam-na num quarto onde não havia nada, além de preto. Teresa, passado um tempo, sossegou de cansaço e de cansaço também esvaíram-se os monstros, as bruxas e as garras.

Produção Textual – Completar textos

Um texto narrativo está estruturado em três partes: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.
Neste texto só vais ter a introdução. Você irá completar o texto dando-lhe um desenvolvimento e uma conclusão.  

            Ainda me lembro, como se fosse hoje, do meu primeiro castigo, tão furiosa fiquei por ter sido apanhada!
            Eu tinha __________________
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Um texto narrativo está estruturado em três partes: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.
Neste texto só vais ter a introdução. Você irá completar o texto dando-lhe um desenvolvimento e uma conclusão. 

            O António era um rapaz desempoeirado, ágil e incapaz de estar muito tempo quieto no mesmo sítio. Naquele dia, em que um céu de chumbo cobria a quinta, a mãe pedira-lhe para ele ir dar de comer à criação.
            De repente, ________________________

Atividade enviada por Nádia Drabach para o grupo Professores do Ensino Fundamental. 

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