Bem-vindos!!!!

Este blog foi criado para professores de 4º e 5º ano que encontram dificuldades para achar atividades. Algumas são criadas por mim e outras selecionadas dos grupos que participo. Se alguma atividade é de sua autoria me escreva para que dê os devidos créditos. Revise o conteúdo antes de utilizar.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A BOLA


 O pai deu uma bola de presente ao filho, lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse:
 ―Legal!‖. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar os adultos. Depois começou a girar a bola, a procura de alguma coisa. 
- Como é que liga? – perguntou.
 - Como, como é que liga? Não se liga.
 O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
 - Não tem manual de instrução? 
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros. 
- Não precisa de manual de instrução.
 - O que é que ela faz? 
- Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
 - O quê?
 - Controla, chuta...
 - Ah, então é uma bola.
 - Claro que é uma bola.
 - Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
 - Você pensou que fosse o quê?
 - Nada, não. O garoto agradeceu, disse ―legal‖ de novo e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo em que tentavam se destruir mutuamente. 
O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto. 
- Filho, olha. 
O garoto disse:
―Legal‖, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instruções fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar

. Fonte: VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. 

Questão 1 - Por que o pai escolheu uma bola para dar de presente para o filho? __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ ________________________________________________________________

Questão 2 - O garoto já tinha brincado com uma bola de verdade antes? Escreva duas informações do texto que comprovam a sua resposta. __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ ________________________________________________________________

Questão 3 - O texto ―A Bola‖, de Luis Fernando Veríssimo é uma crônica. Qual das alternativas a seguir mostra uma característica desse tipo de texto?
 a) É uma espécie de diário virtual, sendo uma ferramenta de comunicação popular da internet
. b) Aborda situações do cotidiano narradas de forma bem humorada.
 c) É um texto jornalístico que informa sobre determinado assunto
. d) Conta um pouco da história da vida de algumas pessoas.
 e) E um texto fictício

Leia o texto a seguir para responder as questões 4 a 8.

VALE MAIS QUE UM TROCADO

Ambulantes, pedintes e moradores de rua não esperam só por dinheiro dos motoristas parados no sinal vermelho. Sem pagar pra ver, eu vi.

 Rodrigo Ratier Revista Nova Escola - 04/2009

"Dinheiro eu não tenho, mas estou aqui com uma caixa cheia de livros. Quer um?" Repeti essa
oferta a pedintes, artistas circenses e vendedores ambulantes, pessoas de todas as idades que
fazem dos congestionamentos da cidade de São Paulo o cenário de seu ganha-pão. A ideia surgiu
de uma combinação com os colegas de NOVA ESCOLA: em vez de dinheiro, eu ofereceria um livro
a quem me abordasse - e conferiria as reações.
Para começar, acomodei 45 obras variadas (...) em uma caixa de papelão no banco do carona de
meu Palio preto. Tudo pronto, hora de rodar. Em 13 oferecimentos, nenhuma recusa. E houve gente
que pediu mais.
Nas ruas, tem de tudo. Diferentemente do que se pode pensar, a maioria dessas pessoas tem, sim,
alguma formação escolar. Uma pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à
Fome, realizada só com moradores de rua e divulgada em 2008, revelou que apenas 15% nunca
estudaram. (...) No primeiro dia, num cruzamento do Itaim, um bairro nobre, encontrei Vitor*, 20,
vendedor de balas. Assim que comecei a falar, ele projetou a cabeça para dentro do veículo e
examinou o acervo:
- Tem aí algum do Sidney Sheldon? Era o que eu mais curtia quando estava na cadeia. Foi lá que
aprendi a ler.
Na ausência do célebre novelista americano, o critério de seleção se tornou mais simples. Vitor
pegou o exemplar mais grosso da caixa e aproveitou para escolher outro - "Esse do castelo, que
deve ser de mistério" - para presentear a mulher que o esperava na calçada.
Aos poucos, fui percebendo que o público mais crítico era formado por jovens, como Micaela*, 15.
Ela é um dos 2 mil ambulantes que batem ponto nos semáforos da cidade, de acordo com números
da prefeitura de São Paulo. Num domingo, enfrentava com paçocas a 1 real uma concorrência que
lotava todos os cruzamentos da avenida Tiradentes, no centro. Fiz a pergunta de sempre. E ela
respondeu:
- Hum, depende do livro. Tem algum de literatura? - provocou, antes de se decidir por Memórias
Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.
As crianças faziam festa (um dado vergonhoso: segundo a Prefeitura, ainda existem 1,8 mil delas
nas ruas de São Paulo). Por estarem sempre acompanhadas, minha coleção diminuía a cada um
desses encontros do acaso. Érico*, 9, chegou com ar desconfiado pelo lado do passageiro:
- Sabe ler? - perguntei.
- Não..., disse ele, enquanto olhava a caixa. Mas, já prevendo o que poderia ganhar, reformulou a
resposta:
- Sim. Sei, sim.
- Em que ano você está?
- Na 4ª B. Tio, você pode dar um para mim e outros para meus amigos? Indagou, apontando para
um menino e uma menina, que já se aproximavam.
(...)
Se no momento das entregas que eu realizava se misturavam humor, drama, aventura e certo
suspense, observar a reação das pessoas depois de presenteadas era como reler um livro que fica
mais saboroso a cada leitura. Esquina após esquina, o enredo se repetia: enquanto eu esperava o
sinal abrir, adultos e crianças, sentados no meio-fio, folheavam páginas. Pareciam se esquecer dos
produtos, dos malabares, do dinheiro...
- Ganhar um livro é sempre bem-vindo. A literatura é maravilhosa, explicou, com sensibilidade, um
vendedor de raquetes que dão choques em insetos.
Quase chegando ao fim da jornada literária, conheci Maria*. Carregava a pequena Vitória*, 1 ano
recém-completado, e cobiçava alguns trocados num canteiro da Zona Norte da cidade. Ganhou um
livro infantil e agradeceu. Avancei dois quarteirões e fiz o retorno. Então, a vi novamente. Ela lia
para a menininha no colo. Espremi os olhos para tentar ver seu semblante pelo retrovisor. Acho que
sorria.

*Os nomes foram trocados para preservar as personagens. Disponível em: Acesso em 01 dez. 2009 

Questão 4 - O título da reportagem está de acordo com o texto? Justifique sua resposta. __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ ________________________________________________________________

 Releia um trecho do texto ... no momento das entregas que eu realizava se misturavam humor, drama, aventura e certo suspense... 
Questão 5 - Explique por que o repórter experimentava cada um dessas sensações:

 a) humor __________________________________________________________________ __________________________________________________________________

 b) drama __________________________________________________________________ __________________________________________________________________

 c) aventura __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ 

d) suspense __________________________________________________________________ _________________________________________________________________

_Questão 6 - Releia o trecho a seguir.

 Érico*, 9, chegou com ar desconfiado pelo lado do passageiro: - Sabe ler? - perguntei. - Não..., disse ele, enquanto olhava a caixa. Mas, já prevendo o que poderia ganhar, reformulou a resposta: - Sim. Sei, sim. - Em que ano você está? - Na 4ª B. Tio, você pode dar um para mim e outros para meus amigos? - indagou, apontando para um menino e uma menina, que já se aproximavam. 

A palavra ―você‖ destacada no texto se refere
: a) às crianças.
 b) ao Erico.
 c) ao repórter que escreveu o texto.
 d) a um amigo de Érico. e) ao tio de Micaela. 

Questão 7 - Explique as palavras ou expressões destacadas de acordo com o seu sentido no texto: a) Tudo pronto, hora de rodar. __________________________________________________________________ __________________________________________________________________

 b) Em 13 oferecimentos, nenhuma recusa. E houve gente que pediu mais. __________________________________________________________________ __________________________________________________________________

 c) Era o que eu mais curtia quando estava na cadeia. __________________________________________________________________

 Questão 8 - Leia um trecho do texto. 

―No primeiro dia, num cruzamento do Itaim, um bairro nobre, encontrei Vitor*, 20, vendedor de balas‖.

 No trecho acima o numeral vinte expressa:
 a) o número de balas que Vitor* tem.
 b) o dia do mês.
 c) o número de vendedores ambulantes no cruzamento Itaim.
 d) a idade de Vitor*.
 e) a quantia em reais que Vitor recebeu.

Profª Adenize - Professores Solidários

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Idosos ou Velhos?


             Idosa é uma pessoa que tem muita idade. Velha é a pessoa que perdeu a jovialidade. A idade causa degenerescência das células. A velhice causa a degenerescência do espírito. Por isso nem todo idoso é velho, e há o velho que ainda nem chegou a ser idoso.
Você é idoso quando sonha. É velho quando apenas dorme.
Você é idoso quando ainda aprende. É velho quando já nem ensina.
Você é idoso quando pratica esporte, ou, de alguma outra forma, se exercita. É velho quando apenas descansa. 
Você é idoso quando ainda sente amor. É velho quando só tem ciúmes e sentimento de posse. 
Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida. É velho quando todos os dias parecem o último da longa jornada. 
Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs. É velho quando seu calendário só tem ontens. 
O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência. Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro. E é no presente que os dois se encontram. Velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão. Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado. 
O idoso se renova a cada dia que começa. O velho se acaba a cada noite que termina. 
O idoso tem seus olhos postos no horizonte de onde o sol desponta e a esperança se ilumina. O velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram. O idoso tem planos. O velho tem saudades. 
O idoso curte o que resta da vida. O velho sofre com o que o aproxima da morte. 
O idoso se moderniza, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos. O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade.
O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e de esperanças. Para ele o tempo passa rápido, mas a velhice nunca chega. O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido. 
As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso. As rugas do velho são feias porque foram vincadas pela amargura. 
Em resumo, idoso e velho, são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório, mas têm idade bem diferente no coração. 
A vida, com suas fases de infância, juventude e madureza, é uma experiência constante. Cada fase tem seu encanto, sua doçura e suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos, guardará a jovialidade de um homem sábio. 
Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.”

Por: Anisia Spezia. Disponível em: http://www.portalterceiraidade.com.br/dialogo_aberto/arte_cultura/reflexao03.htm

1)   Observando o texto por que para a autora há distinção entre ‘velho’ e ‘idoso’? (1,0 pt.)

2)   Dentre tantas diferenças entre ‘idosos’ e ‘velhos’ descritas pela autora, destaque pelo menos cinco delas. Escolha uma dessas e disserte sobre ela. (1,0 pt.)


3)   Releia o texto no segundo e no décimo primeiro parágrafo e transcreva-os modificando a conjugação do verbo que se encontra no presente, para o futuro. (1,0 pt.)


4)   Leia o trecho – “O idoso se renova a cada dia que começa. O velho se acaba a cada noite que termina”. Agora transcreva-o usando a concordância verbal reescrevendo no plural. (1,0 pt.)

5)   Passe para o plural quando for possível: (1,0 pt.)
a) O idoso leva uma vida ativa._______________________________________________________

b) Velho é aquele que tem carregado o peso dos anos._____________________________________

c) O idoso se renova a cada dia que começa.____________________________________________

d) É velho quando apenas descansa.___________________________________________________

6)     Complete as orações abaixo com os verbos indicados entre parênteses no modo imperfeito do subjuntivo. (0,5 pt.)
a) Se eu ___________________ em tudo que você diz, estaria perdido. (acreditar)
b) Talvez você _____________ razão. (ter)
c) Não é que eu ______________ me intrometer, mas você não tem agido bem nas últimas semanas.
(desejar)
                       Talvez a cor azul nos ______________ mais beleza ao recinto. (trazer)
e                 Se ela _________________ a verdade, teria a consciência menos pesada. (falar)

7 Complete com o sufixo ICE ou ISSE e responda. (0,5 pt.)
a

Podemos concluir observando as palavras acima que as que foram completadas com sufixo ICE são _____________________________e as com sufixo ISSE são________________________.


        caduqu______e
b           Fug_______e
c           Serv_______e
            Esquisit_______e
e         Ped_______e
            Chat______e

8)  Durante as nossas aulas de Ortografia, estudamos as palavras terminadas em ICE e ISSE. Vimos que pensando na classe gramatical, podemos decidir como escrever corretamente as palavras com essas terminações. Para relembrarmos essa regra, escreva, nos quadradinhos abaixo, a letra correspondente de acordo com a legenda. (1,0 pt.)

S = Substantivo               V = Verbo

Caduquice

Dormisse

Meiguice

Dividisse

Tolice

Digerisse

Corujisse

Foice

Maluquice

Reagisse

Traduzisse

Fugisse

Velhice

Servisse

Desistisse

Doidice

Criancice

Macaquice




 Andrea Monteiro - Professores Solidários

quinta-feira, 22 de maio de 2014

A FLORESTA DO CONTRÁRIO


                   Todas as florestas existem antes dos homens. Elas estão lá e então o homem chega, vai destruindo, derruba as árvores, começa a construir prédios, casas, tudo com muito tijolo e concreto. E poluição também. Mas esta floresta aconteceu o contrário. O que havia antes era uma cidade dos homens, dessas bem poluídas, feia, suja, meio neurótica. Então as árvores foram chegando, ocupando novamente o espaço, conseguiram expulsar toda aquela sujeira e se instalaram no lugar. É o que poderia se chamar de vingança da natureza - foi assim que terminou o seu relato o amigo beija-flor. Por isso ele estava tão feliz, beijocando todas as flores - aliás, um colibri bem assanhado, passava de flor em flor por ali, ele já sapecava um beijão.
 Agora o Nan havia entendido por que uma ou outra árvore tinha parede por dentro, e ele achou bem melhor assim. Algumas árvores chegaram a engolir casas inteiras. Era um lugar muito bonito, gostoso de ficar. Só que o Nan não podia, precisava partir sem demora. Foi se despedir do colibri, mas ele já estava namorando apertado outra florzinha, era melhor não atrapalhar.

(Fragmento do livro “Em busca do tesouro de Magritte.)

Texto II
CIMENTO ARMADO

Batem estacas no terreno morto.
No terreno morto surge vida nova.
As goiabeiras do velho parque
E os roseirais, abandonados,
Serão cortados
E derrubados.
Um prédio novo de dez andares,
Frio e cinzento,
Terá seu corpo de cimento armado
Enraizado no velho parque
De goiabeiras
De roseirais.

Batem estacas no terreno morto.
Século vinte...
Vida de aço...
Cimento armado!
Batem estacas
No prédio novo de dez andares,
Terraços tristes
Pássaros presos,
Rosas suspensas
Flores da vida,
Rosas de dor.


Trabalhando com o Texto
1.   Assinale com um X apenas a opção correta. (0,5 cada)

a) Os autores dos dois textos falam sobre o mesmo assunto. O assunto abordado nos dois textos é:

(    ) A devastação e destruição da natureza causada pelo homem.
(    ) A preservação dos recursos naturais.
(    ) Nenhuma das alternativas anteriores.

b) Apesar de abordarem o mesmo assunto, os resultados são diferentes em cada texto, porque:

(    ) no primeiro texto a natureza saiu vitoriosa ao recuperar seu espaço outrora perdido, enquanto no segundo texto os pássaros e as rosas sofrem a consequência da construção de mais um prédio de dez andares.
(    ) no segundo texto a natureza saiu vitoriosa ao recuperar seu espaço outrora perdido, enquanto no primeiro texto os pássaros e as rosas sofrem a consequência da construção de mais um prédio de dez andares.

c) Para “expulsar toda aquela sujeira” e se instalarem no seu lugar, as árvores tiveram que lutar. A parte do texto que confirma o fato de certas árvores conservarem os sinais de sua luta é:

(    ) “ Todas as florestas existem antes dos homens.”
(    ) “ Algumas árvores chegaram a engolir casas inteiras, por isso uma ou outra árvore tinha parede por dentro. ”

d) No texto II o poeta fala do prédio como se ele fosse uma pessoa em:

(  ) ” Um prédio de dez andares. ”
(  ) “ Terá seu corpo de cimento armado. ”

e) O poeta se refere a pássaros presos, terraços tristes, por que:

(    ) os terraços são pintados de preto e cinza.
(    ) os terraços ocuparam o espaço da vegetação, a alegria dos animais e com o agravante de que nas cidades, as pessoas costumam prender os pássaros em gaiolas.

2.    Escreva entre os parênteses, certo ou errado de acordo com os textos: (0,5 cada)

a) No texto II o autor utiliza a palavra “enraizado” como se o prédio fosse uma árvore. (
                 )

b) As goiabeiras e os roseiras foram conservadas após a construção do novo prédio. (
                  )

c) No texto I a história é fato real, enquanto que no texto II é imaginário, pois jamais destruiriam a natureza para construir um prédio. (
                   )

d) No texto I, ao tomar a cidade e devolver a vida aos seres da floresta, as árvores consideraram uma vingança da natureza. (                     )

e)Os pássaros do Texto II eram tão felizes quanto os pássaros do texto I. (
                   )


GRAMÁTICA
1.     Em que conjunto o grafema/letra X representa o mesmo fonema/som? (0,50)

a) (   ) tóxico - taxativo
b) (   ) enxame - inexaurível
 
c) (   ) intoxicado - exceto
d) (   ) têxtil – êxtase
 

2.    Devem ser acentuadas todas as palavras da opção: (0,50)


a) (   ) taxi - juri - gas 
b) (   ) ritmo - amor - lapis
c) (   ) chines - ruim - jovem
d) (   ) juriti - gratis - traz
e) (   ) açucar - abacaxi – moléstia

3.    Assinalar a alternativa em que todas as palavras estão separadas corretamente: (0,5)

a) (   ) mas-as / i-gu-al / miú-da
b) (   ) cons-truir / igual / cri-ei
c) (   ) cri-ei / as-pec-to / mi-ú-da
 
d) (   ) me-da-lhões /  pás-sa-ros / es-ta-çõ-es

4.    Dê “características” aos nomes (seres, substantivos) do texto II conforme a indicação. (0,25 cada)

a)    terreno _________________________       d) prédio ______________________________
b)    parque __________________________      e) terraços ____________________________
c)    roseiras _________________________      f)  pássaros ____________________________

ORTOGRAFIA

5.    Apenas uma entre as demais palavras de cada grupo está escrita de forma incorreta. Identifique-a e escreva da forma correta: (0,5 cada)

a) estádio - escola - estração ____________________________

b) péssimo -vasoura- assunto ____________________________
c) desça – cresça - aparesça _____________________________
d) excelente – excepcional - excência ______________________

Profª Graciele Lopes