Bem-vindos!!!!

Este blog foi criado para professores de 4º e 5º ano que encontram dificuldades para achar atividades. Algumas são criadas por mim e outras selecionadas dos grupos que participo. Se alguma atividade é de sua autoria me escreva para que dê os devidos créditos. Revise o conteúdo antes de utilizar.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O nascimento das tartarugas marinhas

    Quando chega o momento da reprodução, as tartarugas marinhas fêmeas voltam à mesmapraia em que nasceram para colocar seus ovos.Com a ajuda das nadadeiras, fazer buracos na areia onde vão desovar.
        Uma fêmea pode colocar cerca de 130 ovos em cada desova e pode realizar de 3 a 5 desovas por temporada de reprodução, com intervalos de alguns dias entre uma desova e outra. Os ovos, branquinhos e redondos, parecidos com uma bolinha de pingue-pongue, são enterrados na areia.
As novas tartaruguinhas demoram de 45 a 60 dias para nascer. E o nascimento é um acontecimento!
Elas rasgam a casca do ovo e saem dos buracos. Uma ajuda a outra a alcançar a superfície da praia! Chegando à superfície, todas correm em direção ao mar.
Muitas morrem pelo caminho. Outras conseguem chegar ao mar, onde vão crescer e garantir que a espécie continue.

Texto extraído do Projeto Pitanguá (Ciências 2 – Caderno do explorador).


1) Analisando o texto, associe a 2ª coluna de acordo com a 1ª.
( 1 ) Qual é o órgão patrocinador desta campanha?
( 2 ) Quem está protegendo?                     
( 3 ) Quem está sendo protegida?              
( 4 ) O que visa este projeto?

(   ) Projeto TAMAR
(   ) Petrobrás
(   ) As tartarugas
(   ) Preservar o meio ambiente.


2) Numere os fatos de acordo com a ordem em que ocorrem.
(   ) Elas fazem buracos.
(   ) As tartarugas voltam à praia em que nasceram.
(   ) As tartarugas marinhas colocam os ovos.
(   ) Uma ajuda a outra a alcançar a superfície da praia.
(   ) Os filhotes rasgam a casca do ovo e saem dos buracos.
(   ) Alguns filhotes conseguem chegar ao mar onde vão crescer.

3) Retire os substantivos do poema a seguir e classifique-os como substantivo feminino ou masculino

A Borboleta Dourada

          De tempos em tempos as borboletas se reuniam no bosque para conversarem, trocarem idéias e se conhecerem melhor. As borboletas novas se apresentavam à comunidade e as mais velhas as admiravam por sua beleza e as animavam para o trabalho junto às flores. Todas tinham a missão de espalhar o pólen e assim levar a beleza a toda parte: às matas, às florestas, aos bosques e aos jardins. Sentado à porta de sua casa, um velho gafanhoto observava a passagem das borboletas.
          Todas o cumprimentavam respeitosamente, pois o velho gafanhoto era tido e realmente era um grande sábio.
          Até que, se aproximou dele uma borboletinha bem jovem, inexperiente, e, diga-se de passagem, bastante sem graça...
          - Bom dia, senhor Gafanhoto! – disse ela timidamente.
          - Bom dia! – respondeu o gafanhoto – Vai à reunião das borboletas pela primeira vez?
          - É isso aí! – falou a borboleta insegura – E estou um pouco preocupada... Será que vão gostar de mim?
          Diga com franqueza: você não me acha meio feiosa, minha cor não ajuda e as minhas asas são grandes demais?
          - Não! – respondeu o velho gafanhoto - Cada um é como é! E a aparência das coisas não é muito importante.
          Cada um se faz bonito ou feio. – acrescentou o gafanhoto com bondade.
          Na reunião todas conversavam entre si alegremente. Riam e brincavam, mas nem olhavam para a borboleta dourada. Era como se ela não existisse. Foi a última a deixar a reunião, na esperança de que alguém ainda a visse e falasse com ela. Mas nada!
          Ninguém a enxergou ninguém reparou nela.
          Quando na volta para casa, passou novamente pela casa do velho e sábio gafanhoto e ele perguntou:
          - Olá borboletinha, não vem da reunião das borboletas? Então... Que tristeza é essa? Não te trataram bem?
          - Pra ser sincera, nem me viram... Ninguém me notou na reunião.
          - Ora borboleta, espera aí! Você não é feia como pensa! Falta-lhe um pouquinho de charme... Talvez... Mais isso não é difícil conseguir. Se quiser ouvir os meus conselhos...
         -Ah, senhor gafanhoto! Seria um favor! Eu sei, os seus conselhos são maravilhosos! O senhor já ajudou muita gente a ser feliz!
         - Em primeiro lugar, quero saber por que você não usa uma das armas mais poderosas que todos nós possuímos para ser felizes: O SORRISO!
         - O sorriso? – perguntou a borboleta espantada.
         - Sim, o sorriso ilumina o nosso rosto! Faz a alegria sair de dentro do coração da gente e se espalhar, deixando todos em volta de nós, muito alegres!
         - Mas como vou sorrir se eu não estou alegre?
         - Ora Borboletinha! Neste mundo não existe ninguém que não tenha um motivo para ficar alegre! É só procurar! Você não acha maravilhoso o fato de poder voar?
         - Ah! Isso eu acho mesmo! É legal demais voar por cima de tudo! Fazer piruetas, pousar em qualquer lugar, ir para qualquer parte... É claro! Voar é muito bom mesmo.
         - O seu trabalho não é espalhar o pólen das flores para multiplicá-las por toda parte?
         - É exatamente esse o meu trabalho!
         - Espalhar a beleza por onde passa será esse um trabalho qualquer? Não é maravilhoso fazer isso?
         - Pra falar com franqueza, não reparo. Faço o meu trabalho por obrigação!
         - Repare então criatura! – tornou a insistir o gafanhoto – Verá que beleza existe em volta de você! Experimente sorrir, seu sorriso será um grande aliado. Pois todo mundo gosta de um belo sorriso! Procure também, fazer as coisas por amor, e não por obrigação!
           A borboleta animada agradeceu os conselhos e voou confiante e esperançosa.
Feliz, ela vinha observando a beleza do pôr-do-sol e o vento a brincar com a folhagem das árvores.
         - Coisa linda! – pensou – Esse lugar onde moro é realmente uma beleza!
De repente notou que estava sorrindo e sentiu esse sorriso vir do fundo do seu coração.
            Estava assim, distraída quando ouviu uma vozinha muito fraca a chamá-la:
         - Olá... Borboletinha! Você parece ser tão boa. Poderia ajudar-me? Estou coberta de areia e não consigo livrar-me dela. Você não dará um jeitinho?
           Era uma formiguinha já quase sem fôlego a se debater na areia.
         - Pois não! – Falou a borboletinha aflita descendo imediatamente para bem perto dela.
         – Estou aqui para ajudá-la!
         - Vi o seu sorriso tão bonito por isso me animei a pedir ajuda. Quem sorri como você, só pode ter um coração cheinho de coisas boas!
          Essas palavras da formiga foram as mais lindas ouvidas pela borboleta até aquele dia, e jamais se sentira tão feliz!
          Em sua grande alegria a borboleta teve um desejo enorme de cantar e dançar numa revoada de felicidade.
          Um besourinho ao passar ao seu lado voando também, falou:
        - Como você dança bem! E é linda sabia?
        - Obrigada! – respondeu a borboleta meio sem jeito, pois nunca havia sido elogiada antes – Suas asas também são muito bonitas sabe? Cada um é bonito ao seu jeito!
          E lá se foi o besourinho alegremente a dançar também, feliz com as palavras da borboleta.
          Daí por diante, começou a observar tudo: a relva, as árvores, o céu, as nuvens, a brisa, a chuva, as montanhas ao longe...
          Nada mais escapava de sua vista e tudo era importante pra ela.
          Encantada, olhava as flores, reparava na beleza de cada uma, conversava com elas e, sem querer, passou a fazer o seu trabalho de todos os dias com um amor enorme brotando em seu coração.
        - É incrível mesmo, a diferença de quando se faz tudo com amor!
          O tempo foi passando e a borboleta era cada vez mais feliz, pois por onde passava sentia como era querida. Todos a festejavam e a olhavam com grande simpatia. Todo mundo queria conversar, dançar e brincar com essa borboletinha tão gentil, sempre a sorrir para todos.
          A sua tarefa diária a borboleta passou a fazê-la muito melhor! É claro! Agora fazia com amor!Afinal, chegou o dia da nova reunião das borboletas.
          Muito alegre ela recebeu a notícia. Na data marcada, saiu de casa mais cedo. Queria passar pela casa do gafanhoto antes da reunião, pois desejava agradecer-lhe pessoalmente os conselhos preciosos e quase mágicos. Como algumas poucas palavras boas podem ajudar tanto!
          A chegada da borboleta à reunião foi sensacional! Todas pararam para admirá-la.
         -Mas que borboleta linda!- diziam.
         - É dourada!... Venham ver!
         - Parece luminosa! Você é super legal!
          Todas a rodearam alegremente, e perguntaram:
         - Você é uma das novas, não é? É a primeira vez que vem aqui?
         - Não! –respondeu ela - Já estive aqui na reunião passada, mas ninguém me notou!
         - Não é possível! Você é linda demais! É uma borboleta dourada! Sabe lá o que é ser uma borboleta dourada? Ninguém deixaria de vê-la!
         –Essa é uma história muito comprida... Qualquer dia eu conto a vocês. Agora quero me apresentar a todas as borboletas, quero conhecer todas as minhas irmãs, conversar com elas e se muito amiga da comunidade das borboletas. À tardinha, depois de sair da reunião, passou novamente pela casa do velho gafanhoto. Desta vez queria fazer-lhe uma pergunta:
         - Senhor gafanhoto, diga-me uma coisa: eu mudei de cor?
         - Não borboletinha, a sua cor é a mesma...
         – Por que então me chamam de borboleta dourada?
         - Mas você é uma borboleta dourada! Sempre foi... Apenas a sua beleza estava escondida.
         - Agora você reflete o seu interior! E é dele que vem a verdadeira beleza: A que sai do coração e se reflete em todo o ser!
         - Por isso você está luminosa e linda!
         - Você agora, é a borboleta dourada mais linda que eu já vi em toda a minha vida!
Bellah Leite Cordeiro


1-    Por que as borboletas de tempos em tempos faziam uma reunião?

2-    Qual a missão das borboletas?

3-    Por que o velho gafanhoto era tão respeitado?

4-    Como foi o primeiro encontro da borboleta dourada com a comunidade das borboletas?

5-    Por que a borboleta dourada foi a última a sair da reunião?

6-    O gafanhoto notou que a borboleta não sorria. Por que o sorriso é tão importante?

7-    Como era a borboleta antes dos conselhos do sábio gafanhoto?

8-    Como fazia ela o seu trabalho?

9-    Quais foram os conselhos do gafanhoto?

 10 - Como a borboleta passou a agir depois dos conselhos do sábio?

11- Qual foi a transformação da borboleta?

 12 – Ela mudou de cor?

 13-  Então por que ficou tão bonita?

 14- De onde vem a verdadeira beleza?

     Represente a parte do texto que você mais gostou com um belo desenho.
     Depois escreva porque você gostou desse momento da história que você desenhou.

Atividade enviada por Viviane Ambrósio para Professores Solidários.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Dez Ajudantes

         Certa vez, entrei na casinha de uma pobre mulher. Reparei que dentro do casebre estava tudo limpinho, bonito. As crianças estavam limpas, vestidas com asseio, o almoço pronto na mesa, e nem uma migalha à vista, tudo luzindo.
         Perguntei-lhe:
         _ Como é que a senhora consegue fazer tudo nesta casa?
         _ E não haveria de conseguir? Pois se eu tenho dez ajudantes. Eles trabalham o dia inteiro, ajudam-se uns aos outros...
         _ Mas que ajudantes são esses?
         _ Aqui estão eles!
Riu a boa mulher, e mostrou-me os dez dedos das suas mãos.
Adaptação Tatiana Belinsky Gouveia


1-Consulte o dicionário .
Reparar:
Casebre:
Asseio:
Migalha:
Luzindo:
Ajudante:

2-Substitua as palavras grifadas por outras de mesmo sentido.

a- Reparei que estava tudo limpo.
b- Havia muito asseio no casebre.
c- Tudo estava luzindo.
d- Os dez ajudantes da mulher eram seus dedos.

3-A casa era :
(   ) grande.                (   ) enorme.               (   ) minúscula.

4-Enumere a 1ª coluna de acordo com a 2ª.

( 1 ) As crianças estavam                (   ) pronta na mesa.
( 2 ) o casebre estava                      (   ) brilhando.
( 3 ) O almoço estava                       (   ) limpinho.
( 4 ) Não se via                                 (   ) limpas.
( 4 ) Tudo estava                              (   ) nem uma migalha.

Atividade enviada por Valéria Morgana para Professores Solidários.

História de barata

         Sou uma barata. É isso mesmo que vocês escutaram. Uma ba-ra-ta!
         Pobre de mim! Escura, cascuda, duas antenas que mais parecem chifres, sou mesmo horrorosa. O bicho mais detestado do mundo. Vão me vendo e botando o pé. Querendo  matar, esfacelar.
         _ Oh! Uma barata! Mata, mata essa nojenta!
         A nojenta, é claro, sou eu. A rejeitada. Sem nunca ´ter feito mal a ninguém. Só porque nasci feia e sem graça nenhuma. Não é a toa que vivo pelos cantos, sempre correndo. Morrendo de medo daquele homem que vai dar uma vassourada. Isso quando ela não desmaia antes, de HORROR!
Maria do Carmo Brandão. Barata tonta,
Belo Horizonte, Editora RHJ, 1987


1-O título do texto é:

2-A autora do texto é:

3-qual a cidade de publicação do livro “ Barata tonta”? E o ano?

4-Reescreva a frase trocando as palavras grifadas por outras de mesmo significado.

a-Vão me vendo e botando o pé. Querendo matar, esfacelar.

5-Quem narra a história do texto?

6-Em que pessoa do singular está o texto?

7-Grife os pronomes no texto.

8-Substitua a palavra grifada por um pronome.
a)A barata  é um bicho nojento.

b)Eu e você escutamos o barulho da barata.

9-O texto fala de um animal que é:
(   ) vertebrado.                 (   ) invertebrado.

10-“ Pobre de mim! Escura ,cascuda...” Quem disse esta frase?

11-Do que a barata vive morrendo de medo?

12-Você concorda com a frase do texto:
“ O bicho mais detestado do mundo.” Justifique sua resposta.

13- Você tem medo de barata? Explique.

Atividade enviada por Valéria Morgana para Professores Solidários. 

A Minhoquinha Dorminhoca


A minhoquinha Larissa morava num belo jardim, cheio de flores.
Sua casa ficava no pé da roseira azul, e era muito arrumadinha.
No inverno fez tanto frio, mas tanto frio, que a minhoquinha fechou as portas e as janelas da casa e foi pra caminha.
Se cobriu com todos os cobertores que tinha, e ficou tão quentinha, mas tão quentinha, que acabou dormindo o inverno inteiro.
Foi-se o inverno e veio a primavera. As flores do jardim se abriram para o sol e a vida ficou mais feliz. As abelhas vieram colher o pólen das flores. As formigas saíram do formigueiro para pegar folhas verdinhas. Os passarinhos cantavam nas árvores e faziam seus ninhos.
Foi quando Titi, o beija-flor, sentiu falta da minhoquinha.
- Onde está a Larissa? – perguntou ele.
Mas ninguém tinha visto ainda a minhoquinha nessa primavera.
Titi foi até a casa dela e viu portas e janelas fechadas.
Então Titi teve uma idéia: fazer uma serenata para acordar a minhoquinha.
Combinou tudo com os amigos do jardim. O grilo trouxe o violino. A borboleta trouxe a trombeta. O castor trouxe o tambor. E o beija-flor cantou uma linda música.
A minhoquinha acordou, se espreguiçou, saiu da cama e foi ver o que era aquilo. Quando abriu a janela o sol entrou em sua casa e ela pode ouvir a linda cantoria da primavera.

                                                                                     Emílio Carlos


1-    QUAL É O NOME DA MINHOQUINHA?

2-    ONDE ELA MORAVA?

3-    O QUE ACONTECEU NO INVERNO?

4-    O QUE A MINHOQUINHA FEZ?

      5-    QUEM SENTIU A FALTA DA MINHOQUINHA?

6- O QUE ELE FEZ?

7-QUAL FOI SUA IDÉIA?

8- E O QUE FEZ O BEIJA –FLOR?

Atividade enviada por Valéria Morgana para Professores Solidários.

As Viagens

             Era madrugada. O céu ainda estava escuro. O trem estava na estação pronto para transportar minério para a cidade vizinha.
Ao sinal de partida, o trem soltava o seu apito e seguia viagem.
O trem sumia de vista, com seus vagões carregados de minério. Durante as suas viagens, o maquinista Joaquim sempre passava pelo mesmo caminho, observando sempre a mesma paisagem. Folhagens, animais e pastagens era o que não faltava.
O trem, ao chegar a cidade, parava perto do armazém do inspetor e lá descarregava a carga.
Joaquim descansava um pouco, esticava as pernas, os braços e retornava ao trem para fazer o mesmo trajeto.
No final do dia, a chegada do maquinista Joaquim era comemorada com alegria pelos seus filhos, que já o esperavam olhando pela janela de casa, pois sabiam que na certa sempre uma surpresa ele trazia. Eram bombons e quindins do armazém do inspetor.

Clélia Márcia
             
1- Responda:
a)    Qual é o título do texto?_____________________________

b)    Qual é o autor do texto?_____________________________

c)    Qual é o personagem principal do texto?_________________

d)    Quantos parágrafos há no texto?_______________________

2- O que acontecia depois do sinal de partida?

3- Quem esperava o maquinista Joaquim no final do dia? E quais surpresas ele trazia do armazém?

Atividade enviada por Valéria Morgana para Professores Solidários.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Televisão

Televisão é uma caixa de imagens que fazem barulho.
Quando os adultos não querem ser incomodados, mandam as crianças irem assistir à televisão.
O que eu gosto mais na televisão são os desenhos animados de bichos.
Bicho imitando gente é muito mais engraçado do que gente imitando gente, como nas telenovelas.
Não gosto muito de programas infantis com gente fingindo de criança.
Em vez de ficar olhando essa gente brincar de mentira, prefiro ir brincar de verdade com meus amigos e amigas.
Também os doces que aparecem anunciados na televisão não têm gosto de coisa alguma porque ninguém pode comer uma imagem.
Já os doces que minha mãe faz e que eu como todo dia, esses sim, são gostosos.
Conclusão: A vida fora da televisão é melhor do que dentro dela.
                                                                             José Paulo Paes


INTERPRETAÇÃO DE TEXTO
Marque um  X  na alternativa correta e depois preencha o gabarito:

1)   Qual o meio de comunicação ao qual o texto se refere?
a)    rádio
b)   livro
c)    televisão
d)   internet

2)   A que conclusão o autor chega  ao final do texto?
a)    A televisão é o melhor passatempo que existe
b)   É melhor ser criança do que adulto
c)    A vida fora da televisão é melhor do que dentro dela
d)   Os doces anunciados na televisão têm gosto de infância

3)   A definição de “televisão” dada pelo autor é:
a)    Uma fonte de conhecimento.
b)   Uma ajuda na educação dos filhos.
c)    Uma tela que revela paisagens.
d)   Uma caixa de imagens que faz barulho.

4)   Quem é o narrador da história?
a)    Um bicho imitando gente
b)   Um adulto
c)    A televisão

5)   No trecho: “A vida fora da televisão é melhor do que dentro dela” A palavra sublinhada refere-se a que:
a)    Vida
b)   Televisão
c)    A criança
d)   A novela

6)   Retire do texto uma frase que confirma que o narrador não gostava de televisão:

7)   Qual a crítica que o narrador faz em relação aos doces anunciados na televisão?

8)   Coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso:
(     )  Segundo o texto, Bicho imitando gente é engraçado.
(    ) O que o narrador mais gosta na televisão são os desenhos animados de bichos.
(     ) O narrador não gosta dos doces que a mãe prepara.
(     ) Os adultos não deixam as crianças assistir à televisão.
Þ A ordem correta da atividade acima é:
a)    F, F, F, V
b)   V, V, F, F
c)    F, V, F, V

9)   Relacione as palavras para formar substantivos compostos:
1)     cachorro                                            (   ) vento                   
2)   amor                                                    (   ) quente
3)   guarda                                                 (   ) sol
4)   gira                                                      (   ) chuva

Atividade enviada por Valéria Morgana para Professores Solidários.

Bicicletando

Numa tarde ensolarada, João e sua mãe saíram a passeio pelas alamedas da vizinhança em direção à praça. João se divertia pedalando a nova bicicleta que ganhara de Natal, enquanto sua mãe admirava-o com orgulho.
Lá chegando, a mãe acomodou-se em seu banco predileto enquanto João circulava animadamente ao redor da praça. Por alguns instantes a mãe não o enxergava, oculto pelas grandes árvores, mas ficava sossegada, pois conhecia a habilidade de João.
Cada vez que passava pelo banco da mãe, João acenava e ela olhava-o envaidecida.
Depois de passar várias vezes pela mãe, o menino resolveu demonstrar aquilo que tinha aprendido.
- Olhe, mamãe, estou dirigindo a bicicleta sem uma das mãos!
- Muito bem!
Alguns minutos depois, o filho volta dizendo:
- Mamãe, sem as duas mãos!
E a mãe apreensiva, lhe diz:
- Cuidado, querido, não a deixe embalar na descida.
Mais alguns minutos e ela se vira à direita para vê-lo, vindo em sua direção. Agora, equilibrando-se sobre a bicicleta:
- Veja, mãe, sem um pé!
E na volta seguinte:
- Mãããeee, sem os dentes!!
Pobre Joãozinho...  


       Marque X na resposta certa:

a) O texto fala sobre:
(  ) As aventuras de João com sua bicicleta.
(  ) O tombo de João.
(  ) A mãe de João.
(  ) A vida de João

b) A história acontece:
(  ) Numa rua movimentada.
(  ) Num parque da cidade.
(  ) Numa praça.
(  ) Numa vila.

c) A mãe de João estava apreensiva por que
(  ) O menino não queria ir embora.
(  ) O menino poderia cair da bicicleta.
(  ) O menino tinha desaparecido.
(  ) O menino não sabia andar de bicicleta

d) O texto termina dizendo “Pobre Joãozinho” por que
 (  ) O menino quebrou a perna.
 (  ) O menino chorou para mãe.
 (  ) O menino caiu da bicicleta e quebrou os dentes.

 e) O nome João é um substantivo:
 (  ) próprio
 (  ) comum

 f) A palavra bicicleta é um:
 (  ) adjetivo
 (  ) substantivo comum

 Atividade enviada por Valéria Morgana para  Professores Solidários.